Calculada pela faixa de incerteza.
Quando a faixa deixa de cruzar os 50%, pelo ritmo de 2022.
Que fatia do que falta o 2º colocado precisaria.
Bolsonaro com o mesmo % apurado.
No 1º turno, Flávio ganhou no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste; Lula, no Norte e no Nordeste. Se o que chegou primeiro veio mais de um lado, a parcial pende para esse lado. A projeção corrige isso cidade a cidade.
A mudança compara a parcial com o que as mesmas cidades deram no 1º turno (só Lula × Flávio). É ela que a projeção leva para as urnas que faltam.
Quem está na frente em cada estado: no 1º turno, na parcial, na projeção e no 2º turno de 2022 (Bolsonaro). Do maior eleitorado para o menor.
E quanto o estado pesa na conta do Brasil.
Pela projeção, que fatia dos eleitores dos outros candidatos do 1º turno (Cury, Renan Santos, Caiado, Zema e outros) que foram votar está ficando com cada um. Supõe que ninguém trocou de lado.
Flávio nos votos válidos conforme as seções chegam. Acima de 50%, Flávio vence. A faixa amarela estreita com o que falta apurar.
A cada 15 minutos da noite, um boletim com a projeção. No meio, os avisos: quem vira, quando a projeção crava, estados que fecham.